segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O Desafio Nosso de Cada Dia

                       O Desafio Nosso de Cada Dia


O mundo que nos cerca está cheio de desafios à nossa comunhão com Deus. Por todos os lados, à semelhança do que disse Paulo em Filipenses 1:23, estamos em aperto, mas não podemos abrir mão de viver no mundo e ao mesmo tempo agradar a Deus. O que fazer quando a tentação chega à nossa porta?

Hoje está mais fácil sobreviver ao pecado? Ou o crente deve apenas fechar os olhos e esquecer o que aprendeu na Palavra de Deus?Muitos não conseguiram compreender a dificuldade de ser santo em nossos dias, seguindo dois caminhos perigosos. No primeiro existe a liberação total. Os crentes liberais tomam a tentação como uma concessão divina. Por vezes, é tão forte que não podemos suportá-la. Neste caso, e não se leva em conta nenhuma fraqueza humana, Deus “permitiu” a tentação e não deu nenhum escape. Contrariando frontalmente I Coríntios 10:13.

O segundo caminho é o fechamento psicológico do radicalismo cristão, aonde tudo é pecado. Neste extremo o salvo se torna paranóico, porque todas as coisas que fogem do seu padrão de conhecimento são pecaminosas. Note que são dois opostos. Num lado nada é pecado, noutro tudo o é.É interessante notar que ora tendemos a um extremo, e, em seguida, ao outro. A Palavra de Deus, porém, nos ensina que devemos:

1) Fugir do pecado, para não sermos sua presa. Quando somos tentados devemos intuir os níveis de influência humana, divina e diabólica. Deus permite que a tentação venha, para provar a fé do crente. Esta permissão tem um limite (Jó 1:6-12). Jamais Deus poderá se contradizer (Tiago 1:13-15). Jesus disse que a carne é fraca (Marcos 14:38), ou seja, está em permanente prontidão para o pecado. Cabe-nos descobrir onde tentados somos mais fracos. É nesse ponto que o Diabo vai agir;

2) Resistir ao Diabo, para que possamos vencê-lo. Resisti-lo não é gritar ou desdenhar de seu poder. O Diabo é um anjo, apesar de caído (Apocalipse 12:8) retém o nível de poder de sua criação. Não podemos vencê-lo, pois somos criaturas de menor poder (Salmos 8:4-6).Como se isto não lhe bastasse, ele é uma criatura de elevado nível intelectual (Ezequiel 28:3). O que lhe dá imensa vantagem para arquitetar seus planos. E ainda tem a seu favor atuar no mundo espiritual, sem limitações no tempo e no espaço (Efésios 2:2-3), aliado aos inúmeros anjos que caíram com ele e aos humanos que, voluntariamente, colocam-se a seu dispor;

3) Orar e vigiar (Mateus 26:41). Uma vida de oração é um desafio inatingível para o Diabo. Quanto mais perto de Deus ficamos, e a oração tem o poder de nos elevar espiritualmente, mas invulneráveis nos tornamos. Não podemos esquecer que a oração é um convite divino (Jeremias 29:13). Devemos, porém, tomar cuidado para que não nos tornemos tão santos, que nos sintamos auto-suficientes (leia a história de Balaão). A oração, por outro lado, não prescinde da vigilância. É preciso estar alerta quanto às “novidades” (Eclesiastes 1:9) que o tempo se encarrega se oferecer. Esta definição se encaixa perfeitamente na vida de Daniel, que não teria resistido às tentações de Babilônia se não cultivasse uma vida de oração e vigilância;

4) Buscar orientação na Palavra de Deus (Salmos 1). Quando você estiver perdido numa selva, ou mesmo antes, para não se perder, é preciso acompanhar a direção da bússola. Guiado por ela alguém pode ser salvo de uma morte trágica. Assim é com a Palavra de Deus. Ela sempre nos fala o que devemos fazer (Salmos 143:8). E se não nos fala é porque não queremos ouvi-la, pondo nossa conveniência à frente de Deus. Afinal, quase sempre nos indispomos com uma resposta negativa. Cuidado, entretanto, com o uso da Bíblia como caixinha de promessas ou como amuleto;

5) Ocupar a mente com coisas produtivas. Muitos de nós vivem em pecado porque estão com a mente vazia de coisas positivas. A prioridade é o que é supérfluo. Quando chega a hora de decidir o que fazer, optam pelo mais fácil. Como o mal é mais fácil de aprender permanece em um ciclo negativo e vicioso. Ocupe sua mente com coisas que te projetem para a frente, deixe a preguiça (Provérbios 19:15), busque conhecimento (Provérbios 1:22; 2:10-11). Que diferença fará, daqui a 10 anos, se você sabe com quem Gisele Bundchen está casada? Já pensou se Daniel fosse viver em função de seu drama? Portanto, use a adversidade como um trampolim para avançar e lembre que ocupar a mente também é se ocupar das coisas de Deus e do seu reino (Mateus 6:33);

6) Participar das mudanças que não trazem pecado. O crente não pode ser alienado, deve estar atento às transformações que o cercam. Outrora, dizia-se em nossas igrejas que os crentes não precisavam estudar. Era uma interpretação errônea da Palavra de Deus que afirma: ... porque a letra mata e o espírito vivifica (II Coríntios 3:6). As pessoas engoliam o contexto, que fala claramente da letra da Lei e não tinha nada a ver com o estudo secular. José jamais poderia transitar com desenvoltura na corte egípcia, a menos que se instruísse da sabedoria daquele povo, sua língua e seus costumes. Deus deu-lhe uma oportunidade única, cabia-lhe fazer os esforços necessários para separar o que traria prejuízo espiritual, do que lhe seria benéfico. Foi exatamente o que aconteceu com Daniel, não adiantava se lamentar. O contexto social havia mudado. Devemos agir assim com as descobertas tecnológicas, com o estudo secular e com o bíblico sistemático, também. E, principalmente, com as mudanças que ocorrem dentro da igreja do Senhor. Não podemos esquecer que a igreja é um organismo social, e como tal está em constante transformação. Determinadas alterações são incorporadas imperceptivelmente (uso do microfone), outras encontram mais resistência (uso do celular), mas todas devem passar pelo crivo do bom senso e da acomodação aos padrões da Palavra de Deus;

7) Nortear seus passos visando a volta de Jesus. Há um slogan de uma editora evangélica que afirma: Vivamos o dia de hoje, como se Cristo voltasse amanhã. É esta a tônica que deve nos guiar onde estivermos: em casa, na escola, no computador, na rua, com os amigos, com a família. Devemos aproveitar o momento, sabendo que tudo nesta vida passa. Devemos ter cuidado com o apego às coisas deste mundo (Lucas 10:40-42). A qualquer momento Cristo volta e o que temos feito?Por fim, não podemos ir atrás de qualquer novidade surgida do dia para a noite. É bom lembrar que o comportamento humano é um poço sem fim de surpresas. Se você confiar no ser humano irá se decepcionar (Salmos 118:8). Continue confiando em Jesus (Provérbios 3:5).

Fonte: Daladier Lima

sábado, 28 de setembro de 2013

Na contramão do mundo

                                      



Quem já teve a oportunidade de andar na contramão de uma rodovia? Certamente foi um sufoco! Estar na contramão não é confortável. A contramão é um lugar perigoso com grandes possibilidades de se machucar. Pode haver colisões frontais. Quando andamos na contramão certamente nos encontraremos com aqueles que vêm no sentido contrário. É necessária muita coragem para estar nesta posição. Além das inúmeras críticas, gritos e buzinas.

É muito mais fácil andar na direção onde todos estão indo. 
“E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”Romanos 12:2

Não se conformar é não ter a mesma forma, em outras palavras é não estar na mesma direção. Ser cristão é andar na CONTRAMÃO DO MUNDO.

Todo cristão precisa andar no caminho de Deus e este é a contramão do mundo.

Na prática funciona assim:
A Mão do mundo diz: sexo livre. A contramão diz: sexo apenas no casamento.
A Mão do mundo diz: pornografia. A contramão diz: pureza da mente.
A Mão do mundo diz: perca tempo com futilidades. A contramão diz: Dedique tempo à Bíblia e oração.
A Mão do mundo diz: desrespeite os pais. A contramão diz: honra teu pai e tua mãe.
A Mão do mundo diz: cole na prova. A contramão diz: tire nota baixa, mas não cole.
A mão do mundo sempre leva à perdição, somente a contramão do mundo pode nos levar ao céu.


Ser cristão não é fácil. É preciso ter coragem, força e ousadia para seguir o caminho de Jesus. Mesmo com tantas dificuldades é confortante lembrar que o melhor de Deus está por vir. A nossa recompensa está na eternidade. Enquanto isso não acontece temos que perseverar, lutar e buscar fidelidade à Jesus.

Não existe fórmula mágica para a fidelidade. Apenas a união com Jesus pode nos dar forças para resistirmos às ondas deste mundo. Somente Cristo pode nos indicar o caminho. 

Quer você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe dirá: "Este é o caminho; siga-o". Isaías 30:21
Necessitamos com urgência ter mais intimidade com Deus para ouvirmos sua voz e só então podermos andar na contramão do mundo.

Em seus passos o que Jesus JAMAIS faria?

Em seus passos o que Jesus JAMAIS faria?


"Em seus passos o que faria Jesus?" é o título de um livro escrito por Charles Sheldon e publicado originalmente em 1896, nos Estados Unidos, com o título "In His Steps".

A obra conta a história de Henry Maxwell, pastor da Primeira Igreja da cidade de Raymond, que vive honestamente sua vida confortável e sem contratempos, até o dia em que surge em sua igreja um homem pobre e necessitado. O episódio o leva a questionar seus próprios valores, o seu modo de vida e prioridades, colocando diante de si a inquietante questão: "O que Jesus faria?".

A partir disso, decide propor aos fiéis de sua igreja que se comprometam durante um ano a não fazerem nada sem antes perguntarem o que Jesus faria na mesma situação. O desenrolar da história descreve as experiências, tanto de satisfação e realização pessoal, como também de conflito e incompreensão que vão enfrentando à medida que se empenham em levar adiante o desafio proposto.

Hoje em dia há tanta gente doente e inescrupulosa dizendo agir "em nome de Jesus", proclamando da boca para fora "seguir os passos de Jesus", mas negando-o nas atitudes, enganando, extorquindo, manipulando e oprimindo que fica difícil encontrar Jesus, de verdade, nos passos destes. Ainda que eles gritem ou cantem nervosamente o nome de Jesus o tempo todo e façam até alguns aparentes sinais milagrosos.

Algumas vezes a imagem e referência do Jesus dos Evangelhos se apaga e se confunde com tanta demonstração tosca do que querem erroneamente fazer parecer Jesus, mas nem de longe se parece efetivamente com os passos de Jesus.

Mais do que levantar questões meramente morais ou culturais, percebo a urgência de esclarecer o que não representa e jamais se veria na vida prática do verdadeiro Jesus dos Evangelhos.

Acredito que boa parte do engano se dá pelo fato das pessoas não lerem e não conhecerem minimamente os Evangelhos, além da grande distorção que se faz com as escrituras por dinheiro ou para fazer perpetuar os domínios aprisionantes das instituições e dos rituais de poder humano.

Jesus jamais exigiu sacrifícios pessoais, esforço financeiro ou físico, presentes ou qualquer tipo de oferta para abençoar, curar, salvar, purificar e orientar as pessoas a sua volta.

Jesus jamais utilizou seu poder como estratégia de marketing pessoal. Embora os milagres fossem um sinal para que as pessoas cressem, e muitos o buscavam por causa dos prodígios e do pão que era multiplicado milagrosamente, Jesus jamais utilizou isso para segurar o povo a sua volta.

Jesus jamais distribuiu pão só para garantir plateia e ter a quem evangelizar.

Jesus jamais rejeitou qualquer pessoa por não professar a fé da mesma forma que ele a professava e a entendia. Mesmo Jesus frequentando sinagogas, tendo nascido no judaísmo, jamais deixou de andar e falar com pagãos, gentios, pecadores e toda sorte de gente considerada impura para os padrões da lei de Moisés.

Jesus jamais deixou a lei da religião ser mais importante que a vida e a misericórdia.

Jesus jamais deixou de amar. Jamais recusou a mesa e a comunhão mesmo a quem ele, de antemão, já sabia que o trairia. Até diante da angústia, do medo e do abandono, Jesus jamais se deixou ser vencido pelo rancor.

Jesus jamais usou em benefício próprio a influência que exercia sobre os discípulos.

Jesus jamais ensinou expandir o Reino através do acúmulo de bens ou da construção de templos.

Jesus jamais fez conchavos políticos, acordos com Roma ou com a religião dominante em troca de favores, cargos e liberdade para continuar pregando o que e onde bem quisesse.

Jesus jamais deixou de dizer a verdade por medo ou conveniência.

Jesus jamais disse a verdade para agredir, ofender ou provocar vaziamente.

Jesus jamais disse a verdade só para provar que estava certo.

Jesus jamais usou a verdade, ao contrário, se deixou ser usado por ela.

Jesus jamais denunciou o pecado sem amor, de forma constrangedora, ameaçadora ou sem acolher até as últimas consequências o próprio pecador envolvido.

Jesus jamais tratou os pecados particulares das pessoas de forma pública e vexatória.

Jesus jamais se deixou levar pela aparência externa. O que o fazia se desdobrar em misericórdia era a sinceridade interior e despretensiosa.

Jesus jamais ficou indiferente ao sofrimento, fosse ele de ordem psíquica, espiritual ou física.

Jesus jamais tratou com diferença pobres e ricos. Se alguma diferença ficou evidente, jamais foi contra a justiça.

Jesus jamais deixou de ser humano, mesmo sendo Deus se fez servo de todos.

Muitas outras coisas jamais se encontrariam no espírito e nos passos do Jesus dos Evangelhos, da Palavra de Deus feita carne, materializada e revelada definitivamente aos homens. Os passos de Jesus são reconciliadores, libertadores e despertam para a vida ainda que tudo a sua volta seja caos e morte. O que não se enquadra no Deus que se entrega por amor e misericórdia não cabe nos passos de Jesus.

O Deus que jamais se deixa enganar nos ensine a discernir nossos passos e nos abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!

Fonte: Pablo Massolar

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A ESCOLA DO DESERTO


A escola do deserto

Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.

O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar.

Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos.

Destacaremos, aqui, três verdades importantes:

1. Na escola do deserto aprendemos que Deus está mais interessado em quem somos do que naquilo que fazemos

Deus nos leva para o deserto para falar-nos ao coração.

No deserto ele nos humilha não para nos destruir, mas para nos restaurar.

No deserto, Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós, provando que ele está mais interessado em nossa vida do que em nosso trabalho.

Vida com Deus precede trabalho para Deus. Motivação é mais importante do que realização. Nossa maior prioridade não é fazer a obra de Deus, mas ter intimidade com o Deus da obra. O Deus da obra é mais importante do que a obra de Deus.

Quando Jesus chamou os doze apóstolos, designou-os para estarem com ele; só então, os enviou a pregar.

2. Na escola do deserto aprendemos a depender mais do provedor do que da provisão

Quando o profeta Elias foi arrancado do palácio do rei e enviado para o deserto, ele deveria beber da fonte de Querite e ser alimentado pelos corvos.

Naquele esconderijo no deserto, o profeta deveria depender do provedor mais do que da provisão. Deus o sustentaria ou ele pereceria.

Deus nos leva para o deserto para nos mostrar que dependemos mais dos seus recursos do que dos nossos próprios recursos. É fácil depender da provisão quando nós a temos e a administramos. Mas na escola do deserto aprendemos que nosso sustento vem do provedor e não da provisão.

Quando nossa provisão acaba, Deus sabe onde estamos, para onde devemos ir e o que devemos fazer. A nossa fonte pode secar, mas o manancial de Deus jamais deixa de jorrar. Os nossos recursos podem escassear, mas os celeiros de Deus continuam abarrotados. Nessas horas precisamos aprender a depender do provedor mais do que da provisão.

3. Na escola do deserto aprendemos que o treinamento de Deus tem o propósito de nos capacitar para uma grande obra

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo.

Porque Moisés foi treinado por Deus quarenta anos no deserto, pôde libertar Israel da escravidão e guiar esse povo rumo à terra prometida.

Porque Elias foi graduado na escola do deserto pôde enfrentar, com galhardia, a fúria do ímpio rei Acabe e trazer de volta a nação apóstata para a presença de Deus.

Porque Paulo passou três anos no deserto da Arábia, ele foi preparado por Deus para ser o maior líder do Cristianismo.

Quando Deus nos leva para o deserto é para nos equipar e depois nos usar com graça e poder em sua obra.

Deus não desperdiça sofrimento na vida dos seus filhos. Ele os treina na escola do deserto e depois os usa com grande poder na sua obra.

Não precisamos ter medo do deserto, se aquele que nos leva para essa escola está no comando desse treinamento.

O programa do deserto é intenso. O curso é muito puxado. Mas, aqueles que se graduam nessa escola são instrumentalizados e grandemente usados por Deus!

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

SABEDORIA UM DOM DE DEUS




Sabedoria

“E Josué, filho de Num, foi cheio do espírito de sabedoria, ” (Dt 34.9)

Alcançando a Sabedoria? (Porém onde se achará a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência? (Jó.28.12)

E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e o não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.(Tg.1.5)

“Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento” (Pv.2.6)

Não se ache sábio aos seus próprios olhos, (E, se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber…(1Co.8.2) mas busque a fonte da sabedoria Jesus a palavra de Deus viva não há outro que te faça verdadeiramente sábio.

Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos…(Provérbios 2:7a) para alcançar a verdadeira sabedoria viva a sabedoria (a palavra de Deus) olha só o que está escrito:

“Vedes aqui vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o Senhor meu Deus; para que assim façais no meio da terra a qual ides a herdar. Guardai-os pois, e cumpri-os, porque isso será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos, que ouvirão todos estes estatutos, e dirão: Este grande povo é nação sábia e entendida.” (Dt.4,5-6), ou seja a receita é simples para alcançar a sabedoria: e só pedir a Deus, buscar e viver sua palavra.

Sabedoria Humana do Mundo ?
Toda sabedoria fora de Deus é mentira, olhas só o que diz Jeremias: “Como, pois, dizeis: Nós somos sábios, e a lei do Senhor está conosco? Eis que em vão tem trabalhado a falsa pena dos escribas. Os sábios são envergonhados, espantados e presos; eis que rejeitaram a palavra do Senhor; que sabedoria, pois, têm eles?” (Jr.8.8-9)

As características da Sabedoria do mundo:
“Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria. Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica.” (Tg.3.13-15)

Lembrei logo dos escribas, fariseus que tinham aspecto de sabedoria, mas por dentro um sentimento maligno contra Jesus. E ainda existe em nossos dias homens assim com aspecto de Sabedoria até reconhecido como conhecedores da palavra de Deus, porém cheios de iniquidade, enganam o povo, mais não a Deus .

A Sabedoria que Vem de Deus ?
Mas a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia. (Tg.3.17)

Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; (Ef.1.17)

Reflexão
Se servimos ao Único Deus sábio , e que dá sabedoria aos que o buscam, porque o povo de Deus ainda perece por não o conhecer ?

Porque de fato, nunca buscaram de todo coração, e vão perecendo sem tomar posse do maior tesouro, a sabedoria que Deus nos dá, por isso há muitos sendo enganados, pois não tem discernimento para identificar o que vem e o que não vem de Deus.

Portanto seja a diferença, busque a sabedoria do alto, como o tesouro mais precioso pra tua vida, dedique mais do seu tempo, para estar aos pés do Senhor e verás milagres.

domingo, 22 de setembro de 2013

COMO O REI DAVI ADOROU A DEUS DEVEMOS ADORAR.

A BÍBLIA NOS CONTA A HISTORIA DO REI DAVI QUE ERA UM REI TEMENTE  E QUE TINHA A UNÇÃO DE DEUS AO TOCAR A SUA HARPA. AO TOCAR A SUA HARPA O MAL QUE ESTAVA NA VIDA DE SAUL SAIA EM RETIRADA. APRENDEMOS COM ISTO QUE QUANDO ESTIVERMOS EM TRIBULAÇÃO BASTA ADORAR A DEUS . COMO REI DAVI VAMOS TE ADORAR O SENHOR.
ASSISTA O VÍDEO A SEGUIR:
DAMARES EM ADORAÇÃO

JESUS O SALVADOR DA SUA FAMÍLIA.

"CRÊ NO SENHOR JESUS E SERÁ SALVO TU E A TUA FAMÍLIA." COMO A BÍBLIA PREDIZ ISTO É POSSÍVEL POIS SE CRERMOS NO SENHOR E PEDIR A SUA PROTEÇÃO O MAL NÃO ENTRARA NA NOSSAS FAMÍLIA, POR QUE UMA SÓ ALMA RELIGIOSA NA FAMÍLIA PODE FAZER A DIFERENÇA POIS POR MAIS PEQUENO QUE SEJA PARA O MUNDO PARA JESUS CRISTO ESTE É  O MAIOR.